Expansão Urbana

Expansão urbana – Ocorre quando aumenta a utilização do solo para fins urbanos devido ao crescimento populacional oi do crescimento das actividades e infra-estruturas.

  • A Europa é um dos continente mais urbanizado, cerca de 17% da sua população vive em áreas urbanas;
  • As cidade estão a expandir-se e, ao mesmo tempo, reduzem-se as distâncias entre elas, bem como o tempo para as percorrer. Esta expansão ocorre um pouco por toda a Europa, motivada por estilos de vida e de consumo em mutação;
  • A expansão faz-se à custa dos territórios situados nas periferias das grandes aglomerações urbanas, onde o fenómeno da suburbanização assume particular importância.

O ciclo de vida das cidades

Fase de urbanização (centrípeta) – Verifica-se uma forte concentração de população e das actividades económicas no centro da cidade;

Fase de suburbanização (centrífuga) – Caracteriza-se por um processo de desconcentração das população e do emprego nas áreas centrais para as áreas periféricas contíguas, mais ou menos afastadas;

Fase de desurbanização – Nesta fase regista-se uma perda de população e do emprego, no conjunto da aglomeração urbana;

Fase de reurbanização – Verifica-se uma procura das áreas centrais acompanhada por processos de revitalização, de recuperação e de requalificação urbana dos centros históricos e áreas adjacentes.

Conurbação – Designa uma extensa área urbana resultante da junção da área urbana de duas ou mais cidades.

Pós-subúrbio – O subúrbio residencial transformado numa área de grande diversidade de actividades: os novos hospitais e escolas superiores, os centros comerciais e os novos edifícios promoveram novas funções, criaram novos empregos, geraram novas centralidades, criaram novas tipologias de habitação, promoveram dinâmicas de relação com espaço envolvente.

As periferias, de acordo com o seu modelo de implantação espacial, podem ser:

  • Planificadas;
  • Espontâneas.

Indicadores urbanísticos da periferia espontânea:

  • Característica predominantemente residencial;
  • Espaço construído não consolidado (áreas de grande densidade de construção alternam com vazios intersticiais, de características agrícolas);
  • Fraca oferta de serviços e falta de equipamentos públicos e privados;
  • Número reduzido de infra-estruturas;
  • Crescimento por adição sucessivas,aproveitando a rede viária preexistente, o que lhe confere uma situação labiríntica;
  • Ocupação dos solos com aptidão agro-florestal;
  • Área de movimentos pendulares;
  • Ausência de “identidade urbana”.

Actualmente, as periferias urbanas de Lisboa e do Porto estão a ser alvo de mudanças rápidas, devido a três processos:

  • Implantação de uma malha viária de alta capacidade;
  • Processo de terciarização;
  • Aplicação de fundos comunitários para erradicação de barracas e de habitação degradada.

~ por goncasrato em 01/17/2010.

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